Nova crise deixa pilotos sem emprego

Com as demissões em massa que atingiram o mercado de aviação em 2012 e a redução na oferta de voos anunciada por TAM...

Simpósio discutirá a segurança da aviação

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) prepara o Simpósio Nacional de Prevenção...

A maior loja de produtos para aviação

A loja Bianch é uma parceira do MAB a alguns anos, não deixe de visitar o site e comprar os melhores produtos aeronáuticos ....

GANHE UM LIVRO DO MAB E LOJA BIANCH

Quer ganhar um livro do Mundo Aviação Brasil e Loja Bianch, participe do nosso sorteio ...

Você está Preparado para Voar Sozinho IFR?

Gostaria de abordar hoje um assunto que pouco escutamos falar, mas é uma das principais causas de...

A automação dos aviões está tirando a capacidade dos pilotos em voar o avião sozinho

A habilidade dos pilotos para fazer os aviões voarem por controle manual está em um limite negativo crítico porque eles confiam demais nos sistemas automatizados de voo.

Os sistemas automatizados de voo em questão abrangem toda a gama de auxílios 
computadorizados de voo, incluindo o piloto automático e o controle automático 
de velocidade e de aterrissagem - Imagem: Nasowas/Getty Images

A conclusão estarrecedora é de um relatório sobre segurança aérea, encomendado pela Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) e que vazou para a imprensa.

Com base em relatórios de incidentes feitos voluntariamente pelos pilotos envolvidos, dados sobre acidentes e relatos de observadores nas cabines em mais de 9.000 voos, o relatório constatou que alguns pilotos mostraram-se "relutantes em intervir" com os sistemas automatizados ou desligá-los em situações de risco. 

Segundo o relatório, treinamento ruim e falta de experiência de voo manual significam que alguns pilotos não têm nem o conhecimento para manter-se atualizados com as mudanças nos sistemas automatizados, nem as habilidades manuais para assumir o controle do avião quando os computadores de voo falham.

Isso pode ajudar a explicar uma série de acidentes recentes em que aviões da Colgan Air, Air France e Asiana Airlines caíram depois que os pilotos não conseguiram manter uma exigência aerodinâmica básica: a velocidade suficiente para manter o avião no ar.

Dependência tecnológica

Os sistemas automatizados de voo em questão abrangem toda a gama de auxílios computadorizados de voo, incluindo o piloto automático e o controle automático de velocidade e de aterrissagem.

Os computadores das cabines também executam verificações de segurança que garantam, por exemplo, que a asa do avião sempre ataque o fluxo de ar no ângulo adequado para produzir sustentação.

Mas o relatório da FAA descobriu que os pilotos podem ficar "viciados" na automação - e que essa dependência deve ser combatida com treinamento e reciclagem.

Uma das razões é que os problemas podem acontecer quando os pilotos acreditam que os parâmetros de voo estão sendo mantidos automaticamente quando, por alguma razão, eles não estão.

No acidente da Asiana, em São Francisco, em julho, por exemplo, os pilotos pensaram que o acelerador automático estava acionado, quando ele não estava. Isso fez a velocidade diminuir, fazendo o avião estolar e cair.

mostrando que a tendência é de uma automação crescente - Imagem: ASTRAEA

Carros sem motoristas e aviões sem pilotos

Os sindicatos dos aeronautas ainda não foram ouvidos acerca das recomendações.

Afinal, desligar os sistemas automatizados de voo significa uma responsabilidade pessoal do piloto que deve se basear na avaliação que ele próprio faria, em situação de pressão, sobre um sistema desenvolvido por centenas de profissionais.

E, como o próprio relatório reconhece, os pilotos não recebem treinamento para isso.

De outro lado, pesquisadores envolvidos com a automação da aviônica ficam, é claro, do lado dos seus próprios sistemas.

"A mensagem a ser passada aos passageiros é que a automação avançada tornou os voos significativamente mais seguros, por isso não devemos jogar fora o bebê com a água do banho," disse Mary Cummings, engenheira de automação de voo do MIT, ouvida pela revista New Scientist.

"Os programas de treinamento dos pilotos podem ser melhorados, mas provavelmente a principal mudança prática que precisa ser feita é garantir que a própria automação seja altamente confiável," defendeu ela.

De forma bastante interessante, esta é a abordagem exatamente oposta à que as autoridades estão adotando para a aprovação de testes com carros que andam sem motorista.

No caso dos carros, tudo o que se exige é que um motorista humano esteja sempre pronto para assumir o controle se - ou quando - a automação falhar.

Fonte: Site Inovação Tecnológica (com informações da New Scientist)

Loja MAB Store: Avião em metal Boeing 777-300ER TAM


Avião em metal Boeing 777-300ER TAM

- Miniatura em metal, considerada réplica para colecionadores, rica em detalhes.
- Fabricante DragonWings
- Escala 1:400, medidas aproximadas: comprimento 18cm, asa 16 cm.
- Acompanha pedestal, porém o produto vem com trem de pouso conforme fotos
- Não é brinquedo, para idade +14
- Este é um produto novo.

A venda em http://www.lojamabstore.com.br/produto/aviao-em-metal-tam-boeing-777-300er-1400.html




Vídeo mostra como vento impede avião de pousar na Inglaterra

Imagens da internet mostram tentativa de pouso de avião em aeroporto de Birmingham; vento de 120 km/h impediu manobra.

100% de radiocomunicação na Azul

A utilização do sistema digital DMR da Hytera, empresa de projetos e fabricação de equipamentos profissionais para comunicação móvel, proporcionou à Azul Linhas Aéreas, um aumento de 100% na área de cobertura de radiocomunicação nos aeroportos de Campinas (SP), Confins e Pampulha (MG), Porto Alegre (RS) e em Azulville, sede da empresa, em Barueri (SP). As repetidoras e os rádios portáteis digitais começaram a ser utilizadas pela companhia aérea em 2012. Hoje, os equipamentos são usados por toda a equipe de operação e manutenção das bases mencionadas, garantindo comunicação sem falhas e em todas as áreas.

De acordo com Robson Costa, do departamento de Telecom e Segurança da Informação da Azul, a radiocomunicação é uma ferramenta essencial para a operação, permitindo repassar informações importantes de imediato como, extravio de bagagens, reparos, embarque e desembarque e conferência de passageiros na aeronave, evitando assim possíveis atrasos. “O antigo sistema analógico não cobria toda a extensão dos aeroportos. Com a solução digital, obtivemos maior alcance e menor tempo de indisponibilidade, além da possibilidade de comunicação via rádio entre bases que operam com o mesmo sistema e dos engenheiros que estão na sede da empresa com a equipe de manutenção na pista”, complementa.

Os rádios digitais DMR da Hytera têm características específicas para atender às necessidades de comunicação do ambiente aeroportuário. Segundo Nelson Mariano, diretor de Vendas da Hytera, as peculiaridades de um aeroporto, como presença de ruídos e interferência eletromagnética, exigem uma tecnologia específica para garantir comunicação sem falhas. Os rádios da linha DMR da Hytera são totalmente digitais, atendendo às resoluções da ANATEL, contam com filtros de ruído, acessórios de áudio integráveis aos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e funcionam em condições adversas. “Escolhemos os equipamentos da Hytera pela durabilidade, facilidade no manuseio e resistência à água e à queda. O aparelho nos proporciona um índice quase zero de manutenção e mais tempo de operabilidade”, afirma Costa.

Fonte: aviacaobrasil.com.br